A boa da verdade é que eu não sei se esse é apenas mais um protótipo que ficará salvo em rascunhos ou algo que eu acredite ter terminado ou me esforçado o suficiente para ir parar no blog...
Enfim, independente disso sinto-me feliz por ter ao menos vontade de vir aqui descascar mais um pouco a cebola e chorar as pitangas a alguém (?) que venha a ler as poucas bobeiras que tenho a digitar.
Hoje estive pensando e até bolei um título para um texto futuro mas achei bobagem dar continuidade a ideia, comparar minha vida a canalização dos rios não me pareceu tão saudável no final das contas e pois bem, não há uma pauta a ser seguida nem nada, apenas a capacidade de transferir pras letras aquilo que os neurônios tentaram formular.
É evidente, eu acho, que o sistema quase entrou em panei, e não foi por falta de energia, na verdade ela estava sobrando (será então que tentei acionar 110V em 220V??? algo a ser considerado) mas encanei tanto para um mesmo objetivo que puft, esvaziou-se de sentido e terminei junho catando os cacos do semestre, da minha vida e enfim, férias vieram para assossegar a alma.
Agosto, o famoso e já nem tão temido mês do cachorro louco, chegou e já está praticamente nos deixando, e sabe o que é melhor? Consigo dizer exatamente as 5 situações que tive a (in)felicidade de encontra-lo e cometer os mesmo erros que venho cometendo a meses e que o corpo ignora no simples fato de perceber que você está pela área, enfim, esse é o último enfim do texto, afinal, já não é de hoje que cometo eco, nos textos, na vida, nas atitudes... e isso não está com nada!
Ao menos a saúde tem estado bem, o cabelo mais meu amigo e a aversão a atividades físicas superada pouco a pouco pelo corpo que entrou em estado de hibernação durante as férias.
Percebi agora no final das contas que fiz do texto um diário, pois bem, se divertiu alguém já é válido, do contrário, já escrevi coisas melhores, basta vasculhar aí na memória.
Um beijo e um cheiro a quem dispôs-se a aqui estar (:
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