Recaídas - Henrique e Juliano
Talvez seja a melhor das músicas a respeito do que somos e o modo como eu penso o nós.
Doce sabor das letras
sábado, 15 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
Aspirações a um futuro incerto
Ora pois, bem vindo 2014! Mas espera, por que raios fazemos promessas e acreditamos que tudo se muda ou pelo menos se renova nessa época do ano? Passaram-se 365 anos, um ciclo solar foi cumprido, 12 constelações do zodíaco tornaram-se mais evidentes em certos períodos, 12 meses decorreram de acordo com o calendário cristão, 4 estações foram vividas ainda que não por completas (ta, verão começa em dezembro e acaba em março então tem verão duas vezes no ano) e logo na passagem do dia 31 para o dia 1° de janeiro a gente crê que forças divinas, do além ou seja lá o que for mudem, apaguem ou encerrem o que vivemos anteriormente? Sei não...
Essa foi a primeira vez, creio eu, que não dei bola pra mudança de ano, afinal nem férias terei direito e talvez isso fosse o importante antes, momento de pausa para recomeçar os estudos afazeres...enfim, fazer a vida girar lá pra fevereiro ou depois do carnaval. E nessa de não dar bola apenas mentalizei o que de 2013 que eu não queria que se repetisse em 2014. Pensei em me livrar de pessoas que eu muito mentalizei na virada 2012/13 e acabaram por me decepcionar, fiz planos de dedicação a mim e ao que fosse melhor para a minha vida, nos mais diversos âmbitos, afinal MAIS AMOR POR FAVOR tornou-se meu lema ainda que não desse conta do amor-próprio.
A família estava ali presente o tempo todo e com eles acho que anda tudo tão bem que nem o passar de uma estrela cadente seria capaz de me fazer planos de melhoras afinal diz o ditado: se melhorar estraga.
O problema deu-se quando a música Amor Pra Recomeçar estacionou-se nos meus pensamentos e se mostrou como um mote para planos futuros, pontapé inicial de uma mudança que se faz necessária e me levou aos tempos de colégio e principalmente a Camões e o trecho
"E afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto,
Que não se muda já como soía. "
de Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades.
2013 no final das contas foi um ano que eu não progredi muito além do meu nariz no que diz aos planos que semeei mas sim fui surpreendida pelo que o destino me proporcionou nessas andanças e que inclusive fez desse ano tão marcante e alicerce para os tempos que estão por vir. Encontrei os amigos mais engraçados que poderia ter, cada um com sua personalidade bem definida e única. Encaixei-me num time no qual eu sou o bobo da corte mas ok, me fazem bem, de corpo e alma. Sim, dessa vez dechavarei quanto aos romances. Mais do que nunca eu errei nas escolhas, talvez 2007 ou 2008, ainda que com toda a minha inocência, eu não erraria tanto quanto aos 18 anos de idade... Iniciei o ano apaixonada, terminei-o na mesma circunstância, pela mesma pessoa e com erros graves nesse meio de percurso. Feri a quem não mereceria jamais ser ferido mas também dei choques de realidade que nem eu mesma consigo compreender quando me são dados puxões de ouvido pelas escolhas que faço mas não posso deixar de findar que coisas boas e surpreendentes estão nessa caminho.
Por fim, defini que precisava ao menos finalizar esse texto, por mais que tenha me perdido nas ideias conforme o meio foi se aproximando. Espero de 2014 o que 2014 puder me dar, seja pelo meu comportamento ou por forças que assim determinam o que há de acontecer.
O ano passa e espero que a vida não cesse apesar dos pesares. Desejo que as boas energias acompanhem os merecedores e necessitados das mesmas, esperando estar inclusa nesse pacote, afinal, já diz a música que me fez aqui designar parte de meu tempo:
"Eu te desejo
Não parar tão cedo
Pois toda idade tem
Prazer e medo
E com os que erram
Feio e bastante
Que você consiga
Ser tolerante
Quando você ficar triste
Que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra
Que rir é bom
Mas que rir de tudo
É desespero
Desejo
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda exista amor
Pra recomeçar
Pra recomeçar
Eu te desejo muitos amigos
Mas que em um
Você possa confiar
E que tenha até
Inimigos
Pra você não deixar
De duvidar
Quando você ficar triste
Que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra
Que rir é bom
Mas que rir de tudo
É desespero
Desejo
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda exista amor
Pra recomeçar
Pra recomeçar
Eu desejo
Que você ganhe dinheiro
Pois é preciso
Viver também
E que você diga a ele
Pelo menos uma vez
Quem é mesmo
O dono de quem
Desejo
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda exista amor
Pra recomeçar
Eu desejo
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Pra recomeçar
Pra recomeçar
Pra recomeçar"
Frejat escreveu meu destino sem sequer saber disso..
Se necessário, que esse seja um ano de recomeço, um encontro com o meu próprio eu, renovação de uma alma e a aspiração de uma nova vida.
Essa foi a primeira vez, creio eu, que não dei bola pra mudança de ano, afinal nem férias terei direito e talvez isso fosse o importante antes, momento de pausa para recomeçar os estudos afazeres...enfim, fazer a vida girar lá pra fevereiro ou depois do carnaval. E nessa de não dar bola apenas mentalizei o que de 2013 que eu não queria que se repetisse em 2014. Pensei em me livrar de pessoas que eu muito mentalizei na virada 2012/13 e acabaram por me decepcionar, fiz planos de dedicação a mim e ao que fosse melhor para a minha vida, nos mais diversos âmbitos, afinal MAIS AMOR POR FAVOR tornou-se meu lema ainda que não desse conta do amor-próprio.
A família estava ali presente o tempo todo e com eles acho que anda tudo tão bem que nem o passar de uma estrela cadente seria capaz de me fazer planos de melhoras afinal diz o ditado: se melhorar estraga.
O problema deu-se quando a música Amor Pra Recomeçar estacionou-se nos meus pensamentos e se mostrou como um mote para planos futuros, pontapé inicial de uma mudança que se faz necessária e me levou aos tempos de colégio e principalmente a Camões e o trecho
"E afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de mor espanto,
Que não se muda já como soía. "
de Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades.
2013 no final das contas foi um ano que eu não progredi muito além do meu nariz no que diz aos planos que semeei mas sim fui surpreendida pelo que o destino me proporcionou nessas andanças e que inclusive fez desse ano tão marcante e alicerce para os tempos que estão por vir. Encontrei os amigos mais engraçados que poderia ter, cada um com sua personalidade bem definida e única. Encaixei-me num time no qual eu sou o bobo da corte mas ok, me fazem bem, de corpo e alma. Sim, dessa vez dechavarei quanto aos romances. Mais do que nunca eu errei nas escolhas, talvez 2007 ou 2008, ainda que com toda a minha inocência, eu não erraria tanto quanto aos 18 anos de idade... Iniciei o ano apaixonada, terminei-o na mesma circunstância, pela mesma pessoa e com erros graves nesse meio de percurso. Feri a quem não mereceria jamais ser ferido mas também dei choques de realidade que nem eu mesma consigo compreender quando me são dados puxões de ouvido pelas escolhas que faço mas não posso deixar de findar que coisas boas e surpreendentes estão nessa caminho.
Por fim, defini que precisava ao menos finalizar esse texto, por mais que tenha me perdido nas ideias conforme o meio foi se aproximando. Espero de 2014 o que 2014 puder me dar, seja pelo meu comportamento ou por forças que assim determinam o que há de acontecer.
O ano passa e espero que a vida não cesse apesar dos pesares. Desejo que as boas energias acompanhem os merecedores e necessitados das mesmas, esperando estar inclusa nesse pacote, afinal, já diz a música que me fez aqui designar parte de meu tempo:
"Eu te desejo
Não parar tão cedo
Pois toda idade tem
Prazer e medo
E com os que erram
Feio e bastante
Que você consiga
Ser tolerante
Quando você ficar triste
Que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra
Que rir é bom
Mas que rir de tudo
É desespero
Desejo
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda exista amor
Pra recomeçar
Pra recomeçar
Eu te desejo muitos amigos
Mas que em um
Você possa confiar
E que tenha até
Inimigos
Pra você não deixar
De duvidar
Quando você ficar triste
Que seja por um dia
E não o ano inteiro
E que você descubra
Que rir é bom
Mas que rir de tudo
É desespero
Desejo
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda exista amor
Pra recomeçar
Pra recomeçar
Eu desejo
Que você ganhe dinheiro
Pois é preciso
Viver também
E que você diga a ele
Pelo menos uma vez
Quem é mesmo
O dono de quem
Desejo
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda exista amor
Pra recomeçar
Eu desejo
Que você tenha a quem amar
E quando estiver bem cansado
Ainda, exista amor
Pra recomeçar
Pra recomeçar
Pra recomeçar"
Frejat escreveu meu destino sem sequer saber disso..
Se necessário, que esse seja um ano de recomeço, um encontro com o meu próprio eu, renovação de uma alma e a aspiração de uma nova vida.
sábado, 24 de agosto de 2013
A boa da verdade é que eu não sei se esse é apenas mais um protótipo que ficará salvo em rascunhos ou algo que eu acredite ter terminado ou me esforçado o suficiente para ir parar no blog...
Enfim, independente disso sinto-me feliz por ter ao menos vontade de vir aqui descascar mais um pouco a cebola e chorar as pitangas a alguém (?) que venha a ler as poucas bobeiras que tenho a digitar.
Hoje estive pensando e até bolei um título para um texto futuro mas achei bobagem dar continuidade a ideia, comparar minha vida a canalização dos rios não me pareceu tão saudável no final das contas e pois bem, não há uma pauta a ser seguida nem nada, apenas a capacidade de transferir pras letras aquilo que os neurônios tentaram formular.
É evidente, eu acho, que o sistema quase entrou em panei, e não foi por falta de energia, na verdade ela estava sobrando (será então que tentei acionar 110V em 220V??? algo a ser considerado) mas encanei tanto para um mesmo objetivo que puft, esvaziou-se de sentido e terminei junho catando os cacos do semestre, da minha vida e enfim, férias vieram para assossegar a alma.
Agosto, o famoso e já nem tão temido mês do cachorro louco, chegou e já está praticamente nos deixando, e sabe o que é melhor? Consigo dizer exatamente as 5 situações que tive a (in)felicidade de encontra-lo e cometer os mesmo erros que venho cometendo a meses e que o corpo ignora no simples fato de perceber que você está pela área, enfim, esse é o último enfim do texto, afinal, já não é de hoje que cometo eco, nos textos, na vida, nas atitudes... e isso não está com nada!
Ao menos a saúde tem estado bem, o cabelo mais meu amigo e a aversão a atividades físicas superada pouco a pouco pelo corpo que entrou em estado de hibernação durante as férias.
Percebi agora no final das contas que fiz do texto um diário, pois bem, se divertiu alguém já é válido, do contrário, já escrevi coisas melhores, basta vasculhar aí na memória.
Um beijo e um cheiro a quem dispôs-se a aqui estar (:
Enfim, independente disso sinto-me feliz por ter ao menos vontade de vir aqui descascar mais um pouco a cebola e chorar as pitangas a alguém (?) que venha a ler as poucas bobeiras que tenho a digitar.
Hoje estive pensando e até bolei um título para um texto futuro mas achei bobagem dar continuidade a ideia, comparar minha vida a canalização dos rios não me pareceu tão saudável no final das contas e pois bem, não há uma pauta a ser seguida nem nada, apenas a capacidade de transferir pras letras aquilo que os neurônios tentaram formular.
É evidente, eu acho, que o sistema quase entrou em panei, e não foi por falta de energia, na verdade ela estava sobrando (será então que tentei acionar 110V em 220V??? algo a ser considerado) mas encanei tanto para um mesmo objetivo que puft, esvaziou-se de sentido e terminei junho catando os cacos do semestre, da minha vida e enfim, férias vieram para assossegar a alma.
Agosto, o famoso e já nem tão temido mês do cachorro louco, chegou e já está praticamente nos deixando, e sabe o que é melhor? Consigo dizer exatamente as 5 situações que tive a (in)felicidade de encontra-lo e cometer os mesmo erros que venho cometendo a meses e que o corpo ignora no simples fato de perceber que você está pela área, enfim, esse é o último enfim do texto, afinal, já não é de hoje que cometo eco, nos textos, na vida, nas atitudes... e isso não está com nada!
Ao menos a saúde tem estado bem, o cabelo mais meu amigo e a aversão a atividades físicas superada pouco a pouco pelo corpo que entrou em estado de hibernação durante as férias.
Percebi agora no final das contas que fiz do texto um diário, pois bem, se divertiu alguém já é válido, do contrário, já escrevi coisas melhores, basta vasculhar aí na memória.
Um beijo e um cheiro a quem dispôs-se a aqui estar (:
sexta-feira, 19 de abril de 2013
A vida como verbo
Acordar, perceber que não passava de sonho e ter de reerguer
a face que poucos motivos encontra pra abandonar o calor do cobertor, tarefa difícil mas já superada, pois afinal, já
passa de 120 dias, é rotina!
Andar, quase que sem saber por onde e quem dirá para onde se
vai.
Correr, contra o tempo acreditando que vai vencer e voltar
naqueles belos dias de verão, mas não, o outono já está postos e não demonstra
vontade em se retirar, logo, fique na saudade, nas fotos (se elas existirem) e
nas sensações que lhes perturba sempre e sempre!
Pensar, e pensa tanto que pouco pensa e muito pena!
Comer, apenas por ser vital e desistir fácil assim também
não é pra qualquer um, ou também como um meio de ser notado, na magreza ou na
gordice.
Dormir, aparentemente a única das soluções para voltar à
Pasárgada, e dorme tanto que se esquece de viver, da tortura que é acordar e
parecer não descansar, de tanto que sorri, brinca, gargalha e se acha feliz.
sábado, 23 de junho de 2012
E já é sábado, sendo que ainda lembro como se ontem fosse na verdade uns 20 dias atrás e o que houve nesse espaço de tempo? Nada de muito significativo além de uma neurose maluca de querer estar por estar. Apelei ao ponto de voltar para o horóscopo, sim, os astros talvez pudessem me guiar, mas não, não tem sido muito útil e nem fácil fazer da minha vida o que o horóscopo sugere.
Notei que alguns olhares se cruzaram, umas conversas sem pé nem cabeça progrediram e afinal, hoje é sábado e cá estou, sozinha, perante um computador procurando alguma companhia...
Notei que alguns olhares se cruzaram, umas conversas sem pé nem cabeça progrediram e afinal, hoje é sábado e cá estou, sozinha, perante um computador procurando alguma companhia...
sábado, 16 de junho de 2012
sábado, 12 de maio de 2012
Vestígios
Olhos? Ficaram fechados, não havia força para o contrário ocorrer. Pernas? Andaram um bocado, foram levemente feridas com possíveis quedas que o consciente não lembra. Maquiagem? Só saiu com muita força e pós banho. Sono? Não vem, ou melhor, até veio, mas não consegue levar o corpo como um todo! Brincos? Posso garantir que estava com eles, contudo perdi um e enfim, foi-se. Memória? Decidiu tirar férias, sem comunicar nem nada, talvez ela tenha me alertado que tenho desgastado de seus serviços e eu besta ignorei pois afinal, mando nela. Dignidade? Tenho, mas não sei onde se encontra nesse exato momento, assim que a Memória retornar a gente encaixa as histórias no tempo e está tudo certo! Felicidade? Esbanjo! Vergonha? É uma questão de opinião, de começar a não dar atenção a muitos detalhes da vida pra não correr risco de os contar aí como se fossem causos de bar.
Enfim, já se foi. Quem presenciou riu, assim como eu daria muita risada de alguém nesse modo. Só espero não ter comprometido muitas estruturas por aí.
Enfim, já se foi. Quem presenciou riu, assim como eu daria muita risada de alguém nesse modo. Só espero não ter comprometido muitas estruturas por aí.
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